VIDA E MUNIÇÃO INFINITA COUNTER STRIKE
Cheat Engine, enganar jogos
Cheat Engine é um programa open source (escrito principalmente em Delphi), destinada a ser utilizada para modificar jogos que rodam no Windows. Como o próprio nome sugere, é usado principalmente para trapacear em jogos e isto levou a se tornar a ferramenta mais popular para modificações jogo / enganar / hacking.
Cheat engine pode ser usado em teoria para jogos single player instalado o Windows, mas sua popularidade cresceu baseada no fato de que ele também funciona em trapacear no on-line flash games. Isso aconteceu porque os jogos baseados em navegador flash, como Farmville, City Restaurant, Cityville (e muitos outros desenvolvedores, como Zynga) são imensamente popular, assim como ferramentas de Cheat Engine que ajudam a enganar estes jogos se tornou popular também.
Uma super-ferramenta para aqueles que querem criar suas trapaças nos jogos off e online que estão por aí.
TAMANHO: 4,16 mb
http://hchost.rg3.net/
Aqui vai tambem um arquivo com configurações salvas do Cheat Engine para usar no counter strike para ter vida e dinheiro infinito =).Para saber como usar recomendo antes assistir a video aula.
Os cartões de alta capacidade carregarão o logotipo da empresa e serão comercializados nos tamanhos de 8 GB e 16 GB. Tal produto será útil a jogadores que queiram uma maior capacidade nos consoles portáteis, pois atualmente o Nintendo 3DS é vendido com um cartão de 2 GB da Toshiba.
Ambos os cartões estarão a venda a partir de dezembro no Japão.
Via:Baixaki Jogos
O próximo título da franquia Killzone já está oficialmente sendo produzido. Isso foi confirmado na última edição da revista Edge, na qual o fundador da Guerrilla Games, Adrian Smith, revelou que sua equipe já está trabalhando “a toda velocidade” em uma sequência.
Contudo, no artigo, não há nenhuma referência sobre quais plataformas receberão o jogo e nem mesmo se o nome será mesmo Killzone 4. Contudo, a própria revista Edge publicou um artigo que dizia que um grande estúdio de desenvolvimento de jogos para PlayStation havia cessado seus trabalhos na plataforma atual e começado a trabalhar especificamente em lançamentos para a nova geração do console.
Se essa descrição se referir à Guerrilla Games, é possível que Killzone “4” seja lançado para o Playstation 4, depois de outros rumores que indicam que a Sony deverá se pronunciar sobre o novo console no ano que vem.
Via: baixaki jogos
Prototype 2, assim como seu predecessor, se passa em uma pós-apocalíptica Manhattan. Um novo vídeo demonstra agora algumas cenas da versão Alpha do jogo e explica como será feita a organização da cidade, agora conhecida apenas como New York Zero.
O vírus mutante Blacklight, lançado no primeiro jogo, ainda está se espalhando e os militares definiram uma quarentena. Sendo assim, a cidade foi dividida em três zonas: A Green Zone (Zona Verde), é uma área completamente livre do vírus, mas com forte presença militar; a Yellow Zone (Zona Amarela) é uma região superpopulosa da cidade, que já possui pequenos focos de infecção; e a Red Zone (Zona Vermelha), onde os mutantes já tomaram conta do local.
Prototype 2 será lançado em 24 de abril no PlayStation 3, Xbox 360 e PC.
via: Baixaki jogos
São muitas as especulações sobre o ambiente, a história ou os personagens que serão encontrados no aguardadíssimo GTA V, acompanhadas de rumores que dizem o game pode retornar aos locais vistos em Grand Theft Auto: San Andreas. Pensando nisso o usuário Serowy postou um vídeo no YouTube que compara o trailer da nova produção da Rockstar à cenas da cidade de Los Santos.
Na montagem, é possível perceber as varias semelhanças entre o local chamado de Vinewood com a cidade costeira do San Andreas, ambas compartilhando boa parte da geografia, traços urbanos e até a mesma “atmosfera”. Por enquanto, ainda não há qualquer confirmação por parte da Rockstar sobre os detalhes do enredo de Grand Theft Auto V, deixando o caminho livre para os especuladores de plantão.
via:baixaki jogos
via:baixaki jogos
A franquia Call of Duty pode até ter gerado mais dinheiro do que algumas sequências de filmes famosos logo no lançamento, mas ainda tem um longo caminho para percorrer antes que seja capaz de superá-los como marca.
Esse é o veredito de um dos maiores especialistas em marcas da Inglaterra, Stephen Cheliotis. Para ele, ainda é muito difícil para as pessoas diferenciarem entre diferentes jogos de simulação militar. Já quanto a filmes, é fácil de identificar a diferença entre Star Wars e Star Trek, por exemplo, devidos às suas marcas características.
Mesmo que até aqui as vendas de Modern Warfare 3 já tenha gerado um rendimento superior ao dos filmes Senhor dos Anéis e Star Wars, ele não pode competir com tais marcas, pois, para o público em geral, ainda é difícil de identificar a diferença entre jogos de um mesmo gênero.
Segundo Cheliotis, “Aqueles que não são tão interessados em jogos podem se perder um pouco. No último lançamento surge a dúvida ‘Isso é parte da série ou é aquele antigo? Não consigo lembrar’”. Embora alguns possam concordar com essa visão, após vários recordes em sequência, é difícil imaginar que os consumidores não consigam reconhecer a marca Call of Duty.
via:baixaki jogos
É popularmente sabido que DLCs (conteúdo extra dos jogos) é um assunto controverso entre os gamers, ainda mais se for anunciado antes mesmo do lançamento do jogo. Alguns podem gostar, outros acham que é apenas uma maneira de colocar mais dinheiro no bolso das empresas.
A Epic Games, desenvolvedora de títulos como Gears of War 3, concorda com a primeira opinião. Em uma entrevista à Game Informer, Rod Fergunson, funcionário da empresa, diz que “O que as pessoas precisam entender é que o conteúdo extra é algo que você precisa planejar. Não basta simplesmente levantar uma pedra e dizer: ‘olha, existem novos níveis´”.
Contudo, esse ainda é um assunto perigoso. Por um lado, pode servir como uma maneira de expandir o tempo que se gasta em um jogo (que é o que a Epic defende), além de combater a compra e venda de jogos usados. Por outro, isso está criando diversos problemas e a quantidade de DLCs lançados junto com a distribuição dos jogos está encarecendo um conteúdo que poderia sair por padrão em gerações antigas de consoles.
via: Baixaki jogos
PLATAFORMA: PCDATA DE LANÇAMENTO: 15/11/2011DEVELOPER: UBISOFT
Faltando apenas alguns dias para o lançamento internacional de Assassin’s Creed: Revelations, a Ubisoft decidiu surpreender o público brasileiro e divulgou um trailer totalmente legendado em português para o fim da saga de Ezio Auditore.
A chegada de Call of Duty: Modern Warfare 3 marca o início de duas guerras. Não estamos falando apenas das batalhas que se desenrolam dentro do game, iniciadas pelas ações do terrorista Makarov. Estamos nos referindo também à briga pelo posto de principal franquia de tiro em primeira pessoa do mercado contra o rival de peso Battlefield 3.
O game começa exatamente onde o anterior se encerra. Em meio a uma guerra em grande escala entre americanos e russos, uma traição que partiu de dentro do próprio governo americano transforma os únicos soldados que conhecem a verdade em fugitivos. Agora, cabe a Soap e Price voltarem ao combate, em uma trama que envolve também as tropas do exército dos EUA e até mesmo os próprios russos, que podem não ser tão inimigos assim.
Call of Duty: Modern Warfare 3 já mostra, em sua primeira cena, a intenção de ser ainda mais grandioso que seu antecessor. Logo na primeira fase, o jogador é colocado em uma grande batalha pelas ruas de uma Nova York destruída e mal tem tempo para respirar antes de tropas oponentes atacarem de todos os lados.
Em outros momentos, a batalha ocorre a bordo de um avião em queda livre ou em meio a uma tempestade de areia. Há também momentos em que a jogabilidade é variada pela utilização de metralhadoras montadas, veículos, morteiros ou até mesmo um pequeno robô, cujo tamanho é inversamente proporcional a seu poder destrutivo.
O clima de adrenalina se mantém durante todo o modo campanha, que tem fases passadas em diversas cidades do mundo. Apesar de não serem reproduzidas fielmente, Nova York, Hamburgo, Londres e tantas outras aparecem no game de forma bastante verossímil e dão ao jogador a sensação de que ele realmente está lá.
A gente está aqui é pra dar tiro
Apesar da campanha matadora, a grande menina dos olhos de Call of Duty é o modo multiplayer. Em Modern Warfare 3, tudo aquilo a que você já está acostumado retorna em grande estilo. Agora, porém, existem mais opções e perks e modalidades para personalização de classes, tornando a experiência muito mais intuitiva para o jogador.
A excelência de sempre ganha a adição do modo Kill Confirmed, que vem para modificar a dinâmica do multiplayer e acabar com os famigerados campers. Agora, apenas matar os inimigos não vale pontos. É preciso coletar placas de identificação deixadas pelos inimigos mortos, tornando as partidas muito mais movimentadas e dinâmicas.
Ainda, o modo Spec Ops retorna com opções inéditas. Agora, é possível jogar online com qualquer jogador, sem que ele necessariamente seja seu amigo. As missões desta vez são muito mais objetivas e exigem o resgate de reféns ou a sobrevivência a hordas de inimigos. Extremamente estratégico, o extra é o terceiro pilar que sustenta Call of Duty: Modern Warfare 3.
Sutis melhorias, que fazem toda a diferença
As cidades destruídas, por exemplo, apresentam uma grande quantidade de escombros e focos de incêndio. Neve, cinzas e muita fumaça também marcam presença. Tudo isso, unido, dá um ar bem realista ao título e aumenta ainda mais a imersão dos jogadores.
A gente está aqui é pra dar tiro que nem antes
A principal força de Call of Duty: Modern Warfare 3 também é um de seus principais problemas. O retorno de um modo multiplayer tão bom como sempre significa que ele também é idêntico aos seus antecessores. A desenvolvedora realizou pequenas alterações nos menus, todas as fases são inéditas e há novas opções de personalização, mas, ainda assim, a experiência é exatamente a mesma de sempre.
Não se engane, a experiência ainda é alucinante. Mas enquanto títulos como Battlefield 3 ou Bullterstorm vêm para inovar e adicionar mais elementos ao mata-mata tradicional, Modern Warfare 3 traz a fórmula praticamente sem modificações, ao ponto de ser taxado por muitos como um grande DLC.
Ainda, é possível perceber que os desenvolvedores reaproveitaram bastante coisa dos títulos originais. Certos mapas, por exemplo, são bem semelhantes aos já vistos em DLCs de Call of Duty: Black Ops, enquanto alguns edifícios e veículos são exatamente os mesmos de jogos anteriores.
Prepare o coração, mas por pouco tempo
Ainda não chegamos ao ápice
Já falamos sobre as melhorias gráficas de Call of Duty: Modern Warfare 3. Com elas, também vieram problemas que não existiam na versão anterior da franquia. Durante o modo multiplayer, principalmente, é possível perceber diversas ocorrências de pop in e texturas chapadas. O segundo, porém, é possivelmente uma medida para reduzir o peso das partidas online e evitar o lag.
Vale a pena?
Call of Duty: Modern Warfare 3 é, sem dúvida, o jogo que todo fã da franquia ou do gênero estava esperando. Tudo aquilo que fez da série um sucesso está de volta, mas com diversas melhorias. Com a concorrência mais acirrada de Battlefield 3, porém, era de se esperar que a Activision aprimorasse bastante o título. Ainda assim, o game permanece brilhante.
A pergunta sobre qual dos dois jogos é melhor, porém, vai ficar sem resposta. Uma comparação interessante foi feita por um usuário durante nossa análise ao vivo, realizada ontem. CoD está para Pro Evolution Soccer, enquanto o game da EA é o equivalente a FIFA. Enquanto um é mais dinâmico e direto, o outro se preocupa com realismo e reprodução. E ambos têm apelos bem diferentes.
Sendo assim, a melhor sugestão é jogar ambos, e deixar a guerra dentro do game. Com títulos de tiro mais elaborados e concorrência acirrada, a tendência é que tanto Electronic Arts quanto Activision se mexam para aprimorar suas principais franquias. E assim, nós, gamers, só temos a ganhar.
via\ baixaki jogos





