Product Name :DarkComet Remote Administration Tool Product
Version :v5 fwb
DarkComet-RAT (Ferramenta de Administração Remota) é o mais completo e um dos RAT mais estável na cena.
este software é o projeto para pessoas que têm um bom conhecimento em segurança de computadores, ele pode ser userfull em muitos casos.
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- Controle remoto computadores da rede (LAN / WAN)
- Remoto ajudar os seus clientes, se você administrar uma empresa
- Encontrar suas senhas perdido em seus computadores
- Spy redes de sua casa (Para sua criança, marido, esposa ...)
- Testar a segurança de seus computadores ou sua empresa
- Para desenvolver o seu conhecimento em softwares RAT
Agora com a última versão do produto v5 ele vem com algumas novidades.
Uma delas e o visual que mudou completamente ele vem mais incorporado.
Outra mudança e o menu que está com uma nova cara,como podem vê na imagem abaixo.
Utilizando o MS-D0S do outro usuário infectado pelo Dark Comet.
O keylogger em funcionamento,dados registrados do dia 15/01/2012
Teste de transferência file manager .
Teste em andamento
Processos ativos na maquina infectada.
É isso ai pessoal espero que tenham gostado desta postagem e qualquer dúvida poste um comentário.
Então, hoje eu decidir instalar o Windows 8 no meu pc,eu fiz um pequeno vídeo sobre testar a última versão do DarkComet-RAT, e estou muito surpreso ao ver que é muito estável, mesmo em uma versão beta do Windows ..só o gerente de arquivo (transferência de arquivo parece falhar algumas vezes, como no vídeo) é muito buggy, mas é uma versão beta do Windows 8, então não posso esperar uma estabilidade 100%.De qualquer forma eu vou encontrar por acidente de gerenciador de arquivos sob win8.Também pena no vídeo se o i escrever caracteres errado às vezes, eu estou usando um teclado AZERTY eo Windows 8 VM usando QWERTY e eu não posso mudá-lo por alguns motivos ...Divirta-se assistir a este:
Com a criptografia você consegue colocar senha em pastas e arquivos ou até mesmo bagunçar completamente as informações de um arquivo de texto por exemplo. Dessa forma você consegue evitar que pessoas não autorizadas, tenham acesso a seus arquivos. Como esse não é um post técnico sobre criptografia, eu não falarei sobre algoritmos de criptografia e nem como eles podem ser quebrados ou decifrados, vamos nos apegar apenas a criptografia na prática.
Hoje em dia existem vários programas de criptografia, que podem ser usados em vários momentos, dentre esses programas um que se destaca é o TrueCrypt. Com o TrueCrypt você consegue criar volumes criptografados protegidos por senha, esses volumes são como HDs virtuais, aonde você pode armazenar todos os arquivos e pastas que você queira proteger.
A utilização do TrueCrypte é muito simples. Primeiro você deve criar um volume criptografado, durante a criação desse volume, será pedido uma senha e informações de tamanho para o volume, além disso também terá algumas opções de criptografia, como tamanho e algoritmo. Após as configurações terem sido feitas, será gerado um arquivo que será responsável por armazenar todos os arquivos e pastas que você colocar no volume criado, na verdade, esse arquivo é o volume que você acabou de criar.
Com o volume criado, basta você monta-lo utilizando o TrueCrypt e abri-lo dando dois cliques no volume ou entrando em “Computador / Letra do volume“. Quando você quiser criptografar um arquivo ou pasta, basta copia-lo para dentro do volume, ao término desse processo desmonte o volume, dessa forma o seu volume conterá todos os arquivos que você copiou para dentro dele e só poderá ser montado novamente com a utilização do TrueCrypt, utilizando a senha que você forneceu na criação do volume.
Um ponto legal do TrueCrypt, é que você pode criar o volume do tamanho que você quiser, sendo assim, você pode criar por exemplo um volume com metade do tamanho do seu pendrive e sempre leva-lo no pendrive, junto é claro com o instalador do TrueCrypt, para que você possa descriptografa-lo, a outra metade do espaço do pendrive, você pode utilizar para armazenar arquivos que não precisam ser criptografados.
Além dessa opção de criar volumes criptografados, o TrueCrypt também possui opções de criptografia de dispositivos como HDs, e partições como as partições FAT dos pendrives e as partições NTFS do Windows.
Atualmente o TrueCrypt esta na versão 7.1 e esta disponível para Windows, MAC e Linux, para baixa-lo acesse o site oficial da ferramenta.
Se você procura por algum programa que proteja os seus arquivos de curiosos, o TrueCrypt é uma ótima opção, se você esta estudando hacking, não deixe de testar essa ferramenta, afinal, todo Hacker antes de saber invadir, tem que saber se defender.
Bem Vindo, Hoje é
- Gratuito
- KB
- Para Windows
Arquivos executáveis (.exe) ou binários também são denominados PE (Portable Executable – Executável Portável), esse é um padrão que a Microsoft estabeleceu ainda nos primeiros Windows, aonde decidiram desenvolver um formato de binário que fosse capaz de ser rodado em qualquer outra versão do Windows.
Todo arquivo executável possui um cabeçalho responsável por armazenar informações do programa. No caso de arquivos executáveis win32 (Windows), essas informações serão interpretadas pelo Windows Loader, que faz parte do kernel do Windows e é responsável por armazenar o binário do executável que esta no disco rígido (HD), na memória RAM, fazendo antes alguns ajustes.
Como os arquivos executáveis seguem um padrão, eles possuem uma mesma estrutura, com um mesmo formato de cabeçalho, com isso, lendo o cabeçalho de arquivos executáveis, é possível obter algumas características do arquivo em questão, dessa forma podemos analisar arquivos executáveis suspeitos, gerar assinaturas para serem usadas por programas de segurança como antivírus, controlar versões de executáveis, dentre outras funções.
O PEV é uma ferramenta simples porém funcional, capaz de ler o cabeçalho de arquivos PE que possuem a extensão .exe (executáveis) e .dll (bibliotecas de linkagem dinâmica), depois de ler o cabeçalho o PEV mostra todas as informações do mesmo para o usuário sem a necessidade de utilizar a API do Windows, veja abaixo o cabeçalho de um arquivo.exe (programa):
O PEV é gratuito e esta disponível para os principais sistemas operacionais (Windows, MAC e Linux), além de possuir uma versão on-line, aonde você envia o arquivo e ele mostra os resultados da analise na mesma página.
Para baixar o PEV ou utilizá-lo online, acesse a página oficial da ferramenta no SourceForge.
Lembrando que os cabeçalhos de arquivos executáveis, também podem ser lidos através leitores/editores hexadecimal, porém de uma forma muito menos simples e intuitiva.
A nova interface já está disponível para alguns usuários e vem sendo liberada aos poucos, mas você pode encurtar o tempo de espera e ver a nova interface do Youtube. Pelo Firefox ou pelo Google Chrome.
Abra o Firefox ou Google Chrome e acesse a página do Youtube . Deixe carregar por completo. Feito isso, combine as teclas:
Ctrl + Shift + K para Firefox em Windows e Linux
Ctrl + Sihft + J para Google Chrome em Windows e Linux
Cmd + Shift + K para Firefox em Mac
Cmd + Shift + J para Google Chrome em Mac
Será aberta uma console em branco para digitar código. Copie (ctrl + c) e cole (ctrl + v ) o código abaixo no campo em branco:
document.cookie="VISITOR_INFO1_LIVE=ST1Ti53r4fU";Pressione Enter e recarregue a página do Youtube apertando a tecla F5.
Pronto! Seu Youtube está de cara nova.
- Gratuito para teste
- 13 KB
- Para Windows 7,xp
- Atualizado em 12/4/2010
O Acunetix é sem dúvida alguma o scanner web mais utilizado por hackers, administradores de sites, webmasters e analistas de segurança, com esse scanner você consegue fazer uma varredura completa em um site em busca de vulnerabilidades, todo o processo de scanning é automatizado, você precisa apenas informar o endereço do site alvo ou ip do mesmo e escolher para quais vulnerabilidades você quer que o Acunetix teste o site alvo. Na semana passada foi lançada a versão 8 BETA do Acunetix Web Vunerability Scanner, trazendo novos recursos, correções e funcionalidades, veja abaixo algumas novidades dessa nova versão:
- Manipulação de entradas a partir de URLs.
- Suporte para cabeçalhos HTTP personalizados.
- Iperva Web Application Firewall integrado.
- O Scan Wizard foi simplificado.
- Gerenciador de memória inteligente.
- Status em tempo real.
- Log retenção de arquivos.
Para obter maiores informações sobre essa nova versão do Acunetix acesse o site do PenTestIT.
Uma das técnicas mais utilizadas por hackers é a mudança “lógica” do endereço MAC, com isso é possível se passar por outros computadores perante um roteador e acessar redes que bloqueiam o acesso por MAC. Nesse tutorial eu vou mostrar como alterar “logicamente” um endereço MAC a partir da distribuição Linux Ubuntu, mas antes vamos entender o que é e para que serve o endereço MAC.
Os três primeiros octetos de um endereço MAC são reservados para fabricantes, e os outros três octetos são utilizados pelos fabricantes para gerar números (endereços) diferentes, isso garante que um endereço MAC nunca seja igual a outro, já que mesmo, se dois fabricantes gerassem (e vão gerar) os três octetos iguais como “00:12:FF” os outros três primeiros octetos serão diferentes, por exemplo:
00:21:1B fabricante Cisco Systems
00:20:F3 fabricante Oracle Corporation
Os endereços ficariam:
00:21:1B:00:12:FF
00:20:F3:00:12:FF
Você pode visualizar uma lista completa, com todos os fabricantes e seus 3 octetos no site Standards.iee.org.
É exatamente por ser único e fixo que os endereços MAC acabam servindo como parâmetro de segurança quando estamos falando de redes, afinal tudo que é único é visto com bons olhos em Segurança da Informação.
Imagine a seguinte situação, você criou uma rede sem fio em sua casa utilizando um roteador, você quer que apenas alguns computadores acessem essa rede sem fio, o que você poderia fazer? A essa altura do tutorial você com certeza deve ter respondido “Limitar o acesso a rede pelos endereços MAC” e é isso mesmo, essa é uma ótima forma de limitar o acesso a sua rede.
Além de garantir a segurança em uma rede, os endereços MAC também são utilizados como referencias de comunicação em uma rede local, aonde o IP, seria utilizado apenas na primeira conexão entre dois hosts, até que os mesmos obtenham o endereço MAC um do outro, a partir dai, eles se comunicariam utilizando o MAC como endereço de origem e endereço de destino, utilizando o protocolo ARP (Address Resolution Protocol).
Mas se o endereço MAC é único, físico e intransferível, como poderíamos atribuir a nossa placa um endereço MAC já existente?
Bom, o endereço MAC é realmente físico e inalterável, mas nada impede que agente manipule a parte virtual da coisa, ou seja, podemos fazer com que o nosso computador passe para um host um endereço MAC que não seja dele, tipo, a sua placa tem um endereço MAC físico 00:00:00:1F:BC:81, mas na hora de dizer qual é o endereço, você mente e diz que é o FF:FF:FF:14:D8:91, é mais ou menos assim que funciona a técnica MAC spoofing, que será mostrada logo abaixo.
Para você mascarar um endereço MAC ou fazer um MAC spoofing, não é muito difícil, no Linux muito menos, já que existem comandos nativos do Linux capaz de alterar logicamente um endereço MAC, vamos ver como:
Os comandos a seguir serão digitados no terminal do Ubuntu, para abrir o terminal vá até “Aplicativos / Accessories / Terminal“.
1- Antes de tudo vamos entrar em modo root, para isso de o comando su , feito isso digite a senha que você definiu para o usuário root.
Nós só entramos em modo root porque você terá que ter privilégios administrativos para dar alguns comandos.
2- Agora que estamos como super usuário, vamos ver qual é o nosso endereço MAC, para isso de o comando ifconfig .
No meu caso o meu endereço MAC é o 00:20:75:F5:B1:C4.
3- Vamos agora desligar a nossa interface de rede dando o comando ifconfig <interface_de_rede> down .
Obs: O nome da interface de rede pode variar de acordo com o computador ou tipo de placa, como por exemplo uma placa de rede sem fio normalmente recebe o nome wlan0, por isso verifique o nome da sua interface de rede no passo anterior e coloque no lugar de <interface_de_rede>.
No meu caso, a minha interface de rede é a eth0, então eu dei o comando ifconfig eth0 down . Nesse exemplo eu estou utilizando uma placa de rede Ethernet, mas os mesmos comandos podem ser utilizados com placas de rede Wireless, para isso, basta trocar o nome da interface de rede ethernet para o nome da sua interface de rede wireless.
4 - Agora que a nossa interface de rede foi desligada, podemos alterar lógicamente o endereço MAC da nossa placa, para isso devemos dar o comando ifconfig <interface_de_rede> hw ether <endereço_mac>.
Eu dei o comando ifconfig eth0 hw ehter 00:00:00:12:34:56 .
5- MAC alterado, vamos então ligar novamente a nossa interface de rede utilizando o comando ifconfig <interface_de_rede> up .
No meu caso …. ifconfig eth0 up .
Pronto, agora é só verificar o seu endereço MAC novamente, utilizando o comando ifconfig e confirmar se o endereço foi alterado.
Como vocês podem ver, o meu endereço MAC era 00:20:75:F5:B1:C4 e eu alterei o mesmo para 00:00:00:12:34:56 .
É claro que esse foi apenas um exemplo de como alterar um endereço MAC, então eu inventei um MAC qualquer. Em um ambiente de invasão real, eu teria que obter o endereço MAC do host no qual eu quero me passar por ele e atribuir esse endereço a minha placa de rede.
Espero que vocês tenham gostado desse tutorial, em breve eu farei outro mostrando como clonar um endereço MAC no Windows.
Fonte: Mundo dos hackers
O que é um endereço MAC:
O endereço MAC (Media Access Control), também conhecido como endereço físico é composto por 48bits (6 bytes), representados por 12 digitos hexadecimais (de 0 a 9 e de A a F), veja abaixo um exemplo de endereço MAC:00:21:1B:FF:45:A9
Como você pode ver no exemplo acima, em um endereço MAC é utilizado o separdador “:” ou “-” a cada dois dígitos hexadecimais, considerando que dois dígitos hexadecimais são formados por 8 bits, em um endereço MAC nós temos então 48 bits ou 6 octetos, aonde cada dois dígitos é formado por 8 bits.Os três primeiros octetos de um endereço MAC são reservados para fabricantes, e os outros três octetos são utilizados pelos fabricantes para gerar números (endereços) diferentes, isso garante que um endereço MAC nunca seja igual a outro, já que mesmo, se dois fabricantes gerassem (e vão gerar) os três octetos iguais como “00:12:FF” os outros três primeiros octetos serão diferentes, por exemplo:
00:21:1B fabricante Cisco Systems
00:20:F3 fabricante Oracle Corporation
Os endereços ficariam:
00:21:1B:00:12:FF
00:20:F3:00:12:FF
Você pode visualizar uma lista completa, com todos os fabricantes e seus 3 octetos no site Standards.iee.org.
Para que serve um endereço MAC:
Ao contrário dos endereços IP, que apesar de serem únicos, podem ser atribuídos para computadores diferentes, os endereços MAC são únicos e intransferíveis, ou seja, toda placa de rede possui seu endereço MAC único e nunca poderá receber outro endereço MAC, a não ser que sua memória ROM fosse reescrita fisicamente, mas ai já entramos em outra área.É exatamente por ser único e fixo que os endereços MAC acabam servindo como parâmetro de segurança quando estamos falando de redes, afinal tudo que é único é visto com bons olhos em Segurança da Informação.
Imagine a seguinte situação, você criou uma rede sem fio em sua casa utilizando um roteador, você quer que apenas alguns computadores acessem essa rede sem fio, o que você poderia fazer? A essa altura do tutorial você com certeza deve ter respondido “Limitar o acesso a rede pelos endereços MAC” e é isso mesmo, essa é uma ótima forma de limitar o acesso a sua rede.
Além de garantir a segurança em uma rede, os endereços MAC também são utilizados como referencias de comunicação em uma rede local, aonde o IP, seria utilizado apenas na primeira conexão entre dois hosts, até que os mesmos obtenham o endereço MAC um do outro, a partir dai, eles se comunicariam utilizando o MAC como endereço de origem e endereço de destino, utilizando o protocolo ARP (Address Resolution Protocol).
Como alterar um endereço MAC:
Como o endereço MAC é utilizado para garantir a segurança em uma rede, de tal forma que os dados sejam sempre entregues para o host certo, se conseguirmos clonar o endereço MAC de um servidor por exemplo, atribuindo o endereço MAC do servidor em nossa placa de rede, todos os dados que seriam encaminhados para o servidor, agora serão encaminhados para o nosso computador, ou seja, eu terei acesso a todos os dados que os clientes da rede enviarem para o servidor.Mas se o endereço MAC é único, físico e intransferível, como poderíamos atribuir a nossa placa um endereço MAC já existente?
Bom, o endereço MAC é realmente físico e inalterável, mas nada impede que agente manipule a parte virtual da coisa, ou seja, podemos fazer com que o nosso computador passe para um host um endereço MAC que não seja dele, tipo, a sua placa tem um endereço MAC físico 00:00:00:1F:BC:81, mas na hora de dizer qual é o endereço, você mente e diz que é o FF:FF:FF:14:D8:91, é mais ou menos assim que funciona a técnica MAC spoofing, que será mostrada logo abaixo.
Para você mascarar um endereço MAC ou fazer um MAC spoofing, não é muito difícil, no Linux muito menos, já que existem comandos nativos do Linux capaz de alterar logicamente um endereço MAC, vamos ver como:
Os comandos a seguir serão digitados no terminal do Ubuntu, para abrir o terminal vá até “Aplicativos / Accessories / Terminal“.
1- Antes de tudo vamos entrar em modo root, para isso de o comando su , feito isso digite a senha que você definiu para o usuário root.
Nós só entramos em modo root porque você terá que ter privilégios administrativos para dar alguns comandos.
2- Agora que estamos como super usuário, vamos ver qual é o nosso endereço MAC, para isso de o comando ifconfig .
No meu caso o meu endereço MAC é o 00:20:75:F5:B1:C4.
3- Vamos agora desligar a nossa interface de rede dando o comando ifconfig <interface_de_rede> down .
Obs: O nome da interface de rede pode variar de acordo com o computador ou tipo de placa, como por exemplo uma placa de rede sem fio normalmente recebe o nome wlan0, por isso verifique o nome da sua interface de rede no passo anterior e coloque no lugar de <interface_de_rede>.
No meu caso, a minha interface de rede é a eth0, então eu dei o comando ifconfig eth0 down . Nesse exemplo eu estou utilizando uma placa de rede Ethernet, mas os mesmos comandos podem ser utilizados com placas de rede Wireless, para isso, basta trocar o nome da interface de rede ethernet para o nome da sua interface de rede wireless.
4 - Agora que a nossa interface de rede foi desligada, podemos alterar lógicamente o endereço MAC da nossa placa, para isso devemos dar o comando ifconfig <interface_de_rede> hw ether <endereço_mac>.
Eu dei o comando ifconfig eth0 hw ehter 00:00:00:12:34:56 .
5- MAC alterado, vamos então ligar novamente a nossa interface de rede utilizando o comando ifconfig <interface_de_rede> up .
No meu caso …. ifconfig eth0 up .
Pronto, agora é só verificar o seu endereço MAC novamente, utilizando o comando ifconfig e confirmar se o endereço foi alterado.
Como vocês podem ver, o meu endereço MAC era 00:20:75:F5:B1:C4 e eu alterei o mesmo para 00:00:00:12:34:56 .
É claro que esse foi apenas um exemplo de como alterar um endereço MAC, então eu inventei um MAC qualquer. Em um ambiente de invasão real, eu teria que obter o endereço MAC do host no qual eu quero me passar por ele e atribuir esse endereço a minha placa de rede.
Espero que vocês tenham gostado desse tutorial, em breve eu farei outro mostrando como clonar um endereço MAC no Windows.
Fonte: Mundo dos hackers
- Gratuito
- 41 KB
- Para Windows 7
- Atualizado em 12/4/2010
O Caine é uma distribuição Linux baseada no Ubuntu, repleto de ferramentas voltadas para a Pericia Forense Computacional, o principal objetivo do Caine é disponibilizar uma interface amigável para que o investigador possa trabalhar durante as quatro fases da investigação digital, para isso, ele oferece diversas ferramentas forense e uma boa automatização de vários processos, incluindo o de geração de relatórios finais.
Nessa semana foi lançada a versão 2.5.1 do Caine codenome Supernova, essa nova versão trás algumas correções, melhorias e novas ferramentas, veja abaixo o relatório oficial de mudanças:
Kernel 2.6-32.35
Adicionado:
- ZFS Fuse
- Suporte exFat
- Epiphany browser
- Novo montador
- Nova TSK (Sleuthkit)
- Novos scripts NAUTILUS
- ataraw
- bloom
- fiwalk
- xnview
Dentre outros.
Para obter maiores informações sobre essa nova versão do Caine acesse o site oficial do projeto.
O Social Enginner Toolkit é uma ferramenta desenvolvida em python, voltada para a exploração do fator humano.
Com essa ferramenta você pode fortalecer um ataque de engenharia social que você tenha em mente, fazendo alguns “truques” para que a vítima acredite cada vez mais no que você esta dizendo, induzindo-a ao erro.
Hoje (16/11) o foi lançada a versão 2.4.1 do Social Enginner Toolkit, dentre as melhorias estão:
- Corrigido um erro de análise no portscanner quando se utiliza endereços IP únicos
- Adicionado otimização mssql-bruter no Fast-Track
- O mssql bruter foi ajustado para trabalhar melhor com SQL Server 2007
- Adicionado um tratamento melhor de erros através do mssql bruter forcer
Dentre várias outras mudanças.
Para obter maiores informações sobre essa nova versão do Social Enginner Toolkit acesse o site PenTestIT.
A nova versão do Social Enginner Toolkit pode ser baixada aqui.













